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A plataforma pós-imagem da radiologia

Quatro módulos que organizam o que acontece depois que o exame chega no PACS — do ditado à comunicação institucional. Ferramenta assistiva: o radiologista revisa, edita e assina, preparado para a Resolução CFM 2.454/2026.

A camada que começa onde o PACS termina

Por duas décadas, a infraestrutura de imagem resolveu o problema de capturar, armazenar e distribuir o exame: PACS, RIS e modalidades digitais tornaram a imagem onipresente. O gargalo migrou para tudo o que vem depois dela — transcrever o ditado, estruturar técnica, achados e impressão, sinalizar o achado crítico, aplicar a classificação certa e deixar rastro de quem decidiu o quê. É nessa camada pós-imagem que o Laudos.AI atua.

O produto não substitui o seu PACS nem o seu RIS. Ele entra depois da imagem: recebe o contexto do exame pelo fluxo que você já tem — HL7 v2, FHIR R4, DICOM-SR ou API REST — acelera a redação e devolve o laudo ao mesmo lugar de sempre. Nenhuma migração de infraestrutura, nenhuma troca de visualizador, nenhuma tela nova obrigatória para o radiologista que só quer ditar e assinar.

Quatro módulos, um único fluxo auditável

REPORT, CRIT, GUIDE e LaudAI não são ferramentas soltas — são etapas de um mesmo pipeline. O REPORT transforma o ditado em português num laudo estruturado no seu modelo. Enquanto você dita, o GUIDE sugere a categorização padronizada aplicável — Lung-RADS, BI-RADS, TI-RADS, Fleischner, RECIST — dentro do vocabulário que a instituição aprova. O CRIT identifica achados tempo-dependentes, registra a comunicação ao solicitante, escala pela cadeia de plantão quando ninguém responde e mantém a trilha. O LaudAI preserva o estilo de cada radiologista e torna a memória clínica da equipe navegável.

Tudo isso acontece sobre um único registro auditável: cada ditado, sugestão aceita, edição e comunicação fica gravada com usuário, timestamp e modelo. Não são quatro logs — é um só, do primeiro ditado à assinatura, exportável quando o serviço precisar.

Assistivo por princípio, não por marketing

O Laudos.AI é uma ferramenta assistiva, desenhada para a Resolução CFM 2.454/2026, que trata do uso de inteligência artificial na medicina sob supervisão humana, risco proporcional e rastreabilidade. Na prática: a IA sugere, o radiologista revisa, edita e assina. A decisão clínica é, e continua sendo, do médico.

Isso muda decisões de arquitetura, não só de discurso. O vocabulário é controlado pela instituição, não por uma nuvem genérica. A normalidade nunca é inventada — a IA estrutura o que você ditou, não preenche lacunas com “sem alterações”. E nada do que o sistema sugere chega ao paciente sem passar pela assinatura de um médico habilitado. Dados clínicos com residência no Brasil.

Os quatro módulos

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